AppInventor

Este post é de um de nossos desenvolvedores, Guilherme Paes, que hoje fala um pouco sobre a novidade que o Google anunciou semana passada: o App Inventor.

O App Inventor é um conjunto de aplicações que permitem que até pessoas que não sabem programar criar programas para Android. Esta façanha torna-se possível através de sua interface para criação de programas totalmente visual.

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Eis o App Inventor em sua graça


Este ambiente de desenvolvimento utiliza uma biblioteca chamada Open Blocks Java Library, que disponibiliza uma interface de blocos arrastáveis que representam todos os tipos de ações necessárias para se desenvolver uma aplicação.

É tudo muito visual mesmo: você arrasta um quadrado de uma funcionalidade em direção a tela e, pelo menos em teoria, essa funcionalidade acabou de ser adicionada ao seu aplicativo. Os blocos executam mídias, mostram imagens, acessam os sensores do celular como acelerometro e GPS, acessa o Twitter, armazena informação e realiza tudo mais que se é possível programar para celular, de acordo com o site oficial do projeto.

Uma das maiores motivações do App Inventor é exatamente permitir com que as pessoas com idéias criativas possam rapidamente transformá-las em aplicações ricas, que facilmente podem comunicar-se com os mais variados websites.

Utilizando o App Inventor

Qualquer um poderá utilizar o App Inventor, seguindo alguns passos simples. Primeiro é necessário pedir acesso ao ambiente App Inventor e depois que receber a confirmação por e-mail, seguir as instruções do setup tudo disponível na página oficial do projeto.

No momento o projeto está em fase de testes fechados, mas aos poucos os pedidos de acesso serão analisados e nas próximas semanas os usuários  aceitos receberão suas instruções de login. Assim que possível faremos um novo post com uma análise mais detalhada do App Inventor, vendo o que ele realmente consegue fazer, seus pontos fortes e fracos e tudo mais.

* Guilherme Paes é desenvolvedor na Pinuts Studios

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A VisionMobile tem um artigo excelente para ajudar a esclarecer o estado do mercado de aparelhos móveis – sejam eles smartphones, os chamados aparelhos de médio porte (mid-range) ou o que quer que seja.

Um dos pontos mais curiosos é justamente combater a concepção já difundida no mercado de que os aparelhos mid-range estão com dias contados – tendência que é sustentada pela queda da Motorola e da Sony Ericsson há alguns meses atrás (pré-lançamento da nova linha de celulares Android pela Motorola, para ser exato).

O artigo se sustenta no desempenho de empresas como LG e Samsung, mostrando como de fato essas duas empresas tiveram desempenhos impressionantes em 2009 com base em aparelhos que podem ser considerados como mid-range.

Esse tipo de estudo é fundamental para entender com propriedade o que exatamente é o mercado de mobilidade. No Brasil, por exemplo, isso começa separando base pré-paga e pós-paga para saber quem de fato é usuário de mobile marketing em potencial.

Com base nisso, fica um pouco mais fácil entender como estratégias envolvendo apenas smartphones não tem esse potencial astronômico para atingir as massas, ao contrário do que se diz por aí. Mesmo que o uso de SVA em smartphones seja mais alto, obviamente.

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Os resultados do terceiro trimestre de 2009 foram inesperados para, bem, todo mundo. Tudo bem que o mercado de mobilidade tem mantido um desempenho muito bom mesmo em meio à crise, mas ninguém esperava que no terceiro trimestre de 2009 haveria a quebra do recorde mundial de venda de smartphones.

E eu digo que os resultados foram inesperados porque até mesmo a Nokia, que foi uma das empresas com crescimento mais forte segundo essas pesquisas, havia divulgado resultados catastróficos há pouco menos de um mês – fato que levou a empresa a fazer uma reestruturação em seu setor de devices.

No final das contas, as duas pesquisas da IDC e da Canalys mostram um mercado com crescimento acelerado e, curiosamente, uma posição da Nokia muito boa em relação à Apple e à RIM. Ao contrário do que vinha sendo dito, a empresa finlandesa conseguiu pelo menos nesse terceiro trimestre manter um ritmo de vendas próximo ao das outras duas empresas americanas.

Fonte: IntoMobile