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Nessa última edição da Revista Teletime, há uma reportagem sobre lojas virtuais de aplicativos móveis, sendo que um dos entrevistados é o diretor executivo aqui da empresa, o Carlos Renato Camolesi. A diferença é que o foco dessa vez era na venda de aplicativos corporativos por meio dessas lojas.

Com o buzz que existe em volta das lojas de aplicativos e o surgimento de lojas com perfil mais corporativo, a reportagem entra em boa hora. Recentemente, surgiram lojas de diferentes empresas, entre operadoras e fabricantes de aparelhos como Nokia e Research in Motion. Uma das indagações é: será que é possível usar essas lojas para achar soluções que consigam atender empresas de características diferentes?

A resposta não é tão simples, pois tem muito a ver com o perfil da empresa e do uso que será feito de cada solução móvel. Segundo Camolesi, para operações simples e sem muitas peculiaridades, as lojas de aplicativos podem ser uma fonte interessante de soluções. Quando se ultrapassa esse ponto, já há necessidade de adaptações que só são possíveis em soluções customizadas.

Este é apenas um dos pontos que é abordado durante a reportagem, publicada na última edição da revista. Leia lá.

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