iphonedevbr

Vi lá no Mobilepedia que o iPhone DevBr terá seu segundo encontro nesse sábado, dia 24 de outubro. É um encontro com um pessoal que já desenvolve para iPhone e quer compartilhar essa experiência com novos developers. O site do iPhone DevBr é esse e eles bem que podiam ter um pouco mais de informação sobre os palestrantes, sobre a agenda de palestras de cada dia, etc.

Aqui no site Apple2All é possível ter um pouco mais de informação, como a programação do evento – que conta com palestras sobre introdução ao desenvolvimento para iPhone, In-app Payments, entre outras. Para participar do evento, é necessário cadastro.

Para quem está pensando em começar com desenvolvimento para iPhone, é uma oportunidade muito boa.


plaza

A TIM vai lançar uma loja de aplicativos no começo de 2010. Essa tal TIM App Store vai usar a ferramenta que a Qualcomm lançou no início do ano: a Plaza Retail Store, que tem como objetivo facilitar a criação e gestão de uma loja de aplicativos móveis. Já vi um pouco dessa ferramenta em conversas com o pessoal da Qualcomm e nas apresentações da empresa no início do ano, durante o Tela Viva Móvel.

O interessante é a própria flexibilidade do Plaza. Logo de cara, o sistema diz ser capaz de receber aplicativos Java, Flash, Brew e Android. Dentro em breve, a expectativa é ampliar essa lista para Windows Mobile, Android, webOS, Symbian e LiMo.

Já que é bastante automatizada, o Plaza parece que vai agilizar os processos de envio e aprovação de aplicativos desenvolvidos. Hoje em dia, o trâmite de aprovação na App Store da Apple tem sido bem complicado, então é sempre um alívio ver qualquer empresa adotando medidas para evitar problema dessa ordem.

phones

Há várias incógnitas no mercado de sistemas operacionais móveis. Palm com webOS e Nokia com Maemo são dois casos muito interessantes que ainda vão gerar muita conversa. Mas existe outra batalha de SOs móveis que reedita uma guerra na web e é bem interessante: Google versus Microsoft.

O Gartner declarou que o Android já estará como o segundo sistema operacional mais utilizado no mundo em 2012, perdendo apenas do Symbian. Toda essa animação com o OS da gigante de buscas ocorre devido à adesão em massa ao OS por parte de empresas como Motorola, Sony Ericsson e LG, para não falar das empresas que já apóiam o Android, como a HTC.

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vitrines

Nessa última edição da Revista Teletime, há uma reportagem sobre lojas virtuais de aplicativos móveis, sendo que um dos entrevistados é o diretor executivo aqui da empresa, o Carlos Renato Camolesi. A diferença é que o foco dessa vez era na venda de aplicativos corporativos por meio dessas lojas.

Com o buzz que existe em volta das lojas de aplicativos e o surgimento de lojas com perfil mais corporativo, a reportagem entra em boa hora. Recentemente, surgiram lojas de diferentes empresas, entre operadoras e fabricantes de aparelhos como Nokia e Research in Motion. Uma das indagações é: será que é possível usar essas lojas para achar soluções que consigam atender empresas de características diferentes?

A resposta não é tão simples, pois tem muito a ver com o perfil da empresa e do uso que será feito de cada solução móvel. Segundo Camolesi, para operações simples e sem muitas peculiaridades, as lojas de aplicativos podem ser uma fonte interessante de soluções. Quando se ultrapassa esse ponto, já há necessidade de adaptações que só são possíveis em soluções customizadas.

Este é apenas um dos pontos que é abordado durante a reportagem, publicada na última edição da revista. Leia lá.