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Para qualquer desenvolvedor de aplicativos em início de carreira, a teoria da cauda longa é um dos grandes aliados para trazer otimisto e permitir uma observação mais ampla do mercado.

O universo de aplicativos móveis não é exceção. O diretor executivo da Pinuts, Carlos Renato Camolesi, falou sobre o tema durante sua palestra no Tela Viva Móvel 2009. Este foi apenas uma das abordagens durante a palestra.

A entrevista você pode ver no restante do post.

O trabalho foi feito pelo pessoal da Teletime News, da mesma empresa que realizou o evento Tela Viva Móvel 09. É o pessoal da Converge. O texto pode ser conferido abaixo ou no link http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=131397.

Um lugar de destaque no deck das operadoras ou no novo modelo de application stores pode contribuir consideravelmente para o sucesso de um aplicativo. E levando em consideração a restrição imposta pelos tamanhos reduzidos das telas dos handsets, a briga por esses lugares privilegiados é ferrenha. Mas a ausência deste destaque ainda não pode ser considerada um fator determinante para o fracasso, na visão do diretor executivo da Pinuts Studios, Carlos Renato Camolesi. Para ele, o efeito long tail para aplicativos e serviços móveis se concretiza para determidados nichos de aplicativos. “Mesmo sem estar presentes nos hotspots de decks e stores, determinados nichos de aplicativos e serviços conseguem alcançar grandes penetrações e uma distribuição bastante uniforme”, comentou o executivo durante o painel “Na Babel dos Sistemas Operacionais”, realizado na manhã do primeiro dia do 8º Tela Viva Móvel .

Entretanto, algumas características marcantes já podem ser observadas entre esses aplicativos que fazem sucesso na long tail. “Geralmente, são aplicativos de entretenimento, games em geral e, acima de tudo, são gratuitos para o usuário final. Isso facilita a indicação, o compartilhamento desses aplicativos entre usuários, é uma divulgação boca-a-boca”, detalha Camolesi. Neste caso, a publicidade é a forma de rentabilizar esses aplicativos.

Esse é o modelo mais adotado pela Pinuts Studios, que trabalha no desenvolvimento de aplicativos em diversos formatos, linguagens e sistemas operacionais sob encomenda. “Aproximadamente 80% de todos os aplicativos que desenvolvemos têm publicidade ou são patrocinados por uma marca”.

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